É difícil dizer se a melhor notícia é o fato de as mulheres estarem cada vez mais confiantes para falar de sua própria sexualidade ou é a gama cada vez maior de tratamentos que podem ajudar nesse sentido.

Antes de mais nada, é preciso dizer que acreditamos que a beleza de cada pessoa é única e não existe o certo e o errado em aparência sexual. Porém, há sim queixas femininas quanto ao assunto e tratar delas com o respeito que merecem não só favorece a discussão sobre o tema como tem impacto direto na vida sexual da mulher.

Assim, hoje, apesar de o assunto ainda ser tabu, estamos todos muito mais abertos a falar sobre como, por exemplo, o envelhecimento e a perda de volume da vulva ou o escurecimento dos lábios influencia o ato sexual feminino. Ou como o canal vaginal maior em quem já passou por partos ou mais ressecado em quem já está no climatério ou na menopausa pode significar um problema real físico e psicológico.

Hoje é possível tratar flacidez de pequenos e grandes lábios, escurecimento da pele do local, perda de volume e perda de hidratação do duto vaginal, entre outros. Nós acreditamos no potencial que essas mudanças de aspecto têm na vida das mulheres e encorajamos o debate.

O assunto é multidisciplinar, envolve ginecologista, fisioterapeuta e dermatologista, e requer sempre respeito, competência técnica e familiaridade com os recursos dos quais a medicina dispõe. Dê o primeiro passo! Rompa as barreiras do preconceito e converse com seus médicos. A melhor opção para cada caso é individual. E prevenção é saúde!