Assim como tratamentos médicos convencionais, os protocolos estéticos devem ser usados em casos específicos, de acordo com a necessidade do paciente. Os preenchedores cutâneos também entram nessa regra. Eles fazem parte de uma técnica utilizada para a correção e reposição de volume e consistem na injeção de substâncias sob a área a ser tratada.

Neste texto, particularmente, vamos falar sobre o ácido polilático, conhecido como Sculptra. Não é possível frear o envelhecimento, que é a causa da nossa perda de estrutura óssea e de gordura, mas o ácido polilático, diferentemente dos preenchedores cutâneos que apenas repõem o volume, melhora a flacidez de pele do terço inferior do rosto ao mesmo tempo que repõe a perda de gordura do contorno facial. Isso porque sua presença na derme estimula nossas próprias células a produzirem colágeno.

São necessárias três sessões de aplicação, que devem ser realizadas a cada 30 dias. Vale lembrar que o Sculptra faz um tratamento na pele, e a melhora começa a ser notada só após o primeiro mês, continuando até o sexto, e durando cerca de 1 ano e meio.

Segundo a dermatologista Ana Lúcia Recio, a técnica de aplicação do ácido poliláctico e outras tecnologias de rejuvenescimento se complementam. “O mais importante é respeitar as proporções e características de cada individuo”, diz.